quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Fly away from here.

De repente eu percebo o quão perdida eu me encontro, e a cada vez mais e mais que tento fugir das minhas emoções, das verdadeiras razões.
E a verdade é que de nada isso tem me adiantado, cada vez mais afogada, sem saber pra que lado se deve correr ou se o que se tem a fazer é apenas me manter queta, na esquiva.. me defendendo dos meus próprios ataques, dos ataques que tudo isso ainda me causa...
Aquele silêncio que vem trazendo tantas mais dúvidas.
e talvez as respostas estejam mesmo aparecendo dessa vez, mas eu tenho tanto medo de julgar mal, de me magoar por pouco denovo...
Eu não queria dar dor de cabeça a ninguém com meus problemas, mas eu aprendi tanto sobre mim.. e uma das minhas descobertas é que eu sou extremamente dependente de pessoas boas ao meu lado, pessoas sempre tão disponíveis a mim... Mas a questão agora é apenas entre eu e mysellf...

E agora eu passo a admitir o medo denovo, mas dessa vez tá cicatrizando mais rápido, tá doendo menos; mas nada do que acontece se apaga de imediato em mim agora. tá bem devagarzinho, tá que nem brasa, e não chuva, não vem agora não, não por enquanto... Me deixa viver isso um pouquinho mais, nm que seja só pra mim... deixa que mudem ainda um pouco os gravetos pra eu viver dentro de mim um pouco desse calor, deixa que o tempo me esfrie pra não doer, pra não me chocar quando você chegar.



Das minhas tantas quase certezas, você foi a única plena e absoluta.